sábado, 28 de janeiro de 2012

Preciso de uma hospedagem solidária em Florianópolis


Amigos blogueiros vou participar do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica e por isso, estou aqui para pedir a ajuda de vocês, se possível é claro. Preciso de uma hospedagem solidária durante uma semana em Florianópolis, alguém pode me ajudar?
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Alguém pode hospedar um estudante baiano?

O fórum um movimento pela cidadania e pelo direito universal à educação que busca levantar propostas que integrem a plataforma mundial de educação. A primeira edição do FMEPT foi realizada em 2009, em Brasília. Para a segunda edição do Fórum, a cidade de Florianópolis– capital do estado de Santa Catarina - foi escolhida para sediar o evento que será realizado de 28 de maio a 1º de junho de 2012.
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Positividade sempre...



Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras.
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Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes.
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Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos.
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Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores.
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Mantenha seus valores positivos, porque seus valores tornam-se seu destino.
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[Mahatma Ghandi]

sábado, 26 de novembro de 2011

Justiça é Direito de Barro Preto-Ba



Em defesa a permanência da Comarca de Barro Preto-Bahia, a Sociedade Civil do município se reuniu para organizar uma mobilização contra a agregação do Fórum de Barro Preto ao Fórum do município de Itabuna. No próximo dia 6 de Dezembro, terça-feira, pela manhã, a comunidade fechará a BR 101 como forma de protesto.
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Retirar o Fórum do município trará grandes malefícios à comunidade como: o retardamento da resolução dos processos; a necessidade do deslocamento para o Fórum de Itabuna, implicando em gastos de transporte, enfrentamento de filas e tempo limitado ao horário de ônibus. Além disso, sobrecarregará o fórum do município de Itabuna, dificultando ainda mais o andamento dos processos de ambas as cidades, e que já são inúmeros.
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Pior! Sem a Comarca, haverá também, a possibilidade de perder a Delegacia de Polícia, deixando o município frágil e vulnerável à violência, aos assaltos e ao tráfico de drogas. No momento, Exmo. Sr. Juiz da Comarca de Barro Preto, Dr. Eros Cavalcante está realizando um trabalho intenso contra o tráfico no município que tem envolvido muitas crianças e adolescentes. O município tem acesso fácil às rodovias BR 101 e BR 416 que deixam o município aberto à entrada das drogas e sem a presença da justiça, o município estará entregue à violência.
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A reunião teve a presença de autoridades e representantes de vários segmentos da sociedade como: prefeito, assessores, servidores públicos, professores, comerciantes, vereadores e lideres políticos da situação e oposição que se comprometeram dar segmento no protesto em prol da manutenção do Fórum e a mobilizar a comunidade para a ação.
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Desativar a Comarca? Não. Que justiça é essa? Justiça é direito de Barro Preto! Por isso, no dia 06 de Dezembro, toda a comunidade estará junta nesta causa!
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[texto produzido por Alana Andrade]
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P.S. Peço a todos os amigos blogueiros que compartilhem essa postagem em seus blogs ou facebook, para que possa ter a maior visibilidade possível. Conto com apoio de vocês. 



domingo, 20 de novembro de 2011

Maria Bethânia interpreta Chico Buarque





Desde que pisou profissionalmente no palco pela primeira vez, em 1965, aos 18 anos, Maria Bethânia se firmou como a mais autoral das cantoras brasileiras e não parou de escrever para si uma trajetória singular na história da MPB. Ao longo de 45 anos de trabalho, conseguiu conciliar de forma magistral atributos aparentemente inconciliáveis: reverência ao passado e ousadia; independência artística e sucesso comercial; sofisticação e apelo popular. Foi a primeira mulher a vender um milhão de discos no país. Nunca se atrelou a movimentos, jamais se submeteu à pressão de gravadoras e sempre navegou na contramão do mercado. Tudo isso lhe garantiu uma carreira imaculada, que atravessa as décadas angariando a admiração fiel do público e da critica.
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Mais do que cantora, Maria Bethânia sempre gostou de se definir como intérprete. E com justa razão. Ela deu origem a uma linhagem de cantoras que, por força de sua interpretação, tornam-se quase co-autoras das canções que passam por suas vozes. E pelo timbre grave e dramático de Bethânia já passou, e continua a passar, o melhor da música brasileira.
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Entretanto, de todos os compositores que interpretou, nenhum ganhou mais sentido na sua voz do que Chico Buarque. Sem falsa modéstia, e com aval do próprio compositor, Bethânia costuma se dizer sua melhor intérprete. E não é para menos: em quase cinco décadas de carreira, já interpretou mais de cinqüenta de suas canções.
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Esta primeira série de shows – sempre apresentados em dias consecutivos – começa em Curitiba (Teatro Guaíra, de 18 a 20 de novembro) e depois segue para São Paulo (Via Funchal, de 21 a 23 de novembro), Ribeirão Preto (Teatro Pedro II, de 6 a 8 de dezembro), Goiânia (Teatro Rio Vermelho, de 16 a 18 de dezembro) e Recife (Teatro Guararapes, de 18 a 20 de janeiro).
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Um cálculo errado do amor



Eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente.
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[Clarice Lispector]

sábado, 29 de outubro de 2011

Poesia inflamada sobre Bethânia arde em bela reedição de livro guerreiro


Resenha de reedição de livro
Título: Maria Bethânia Guerreira Guerrilha
Autor: Reynaldo Jardim
Editora: Mobile / Debê Produções
Ano da edição original: 1968
Ano da reedição: 2011
Cotação: * * * *
       
É o travo nos dentes
Guerreira
É o trevo das coxas
Guerrilha
É o grito no canto
Guerreira
É o canto de guerra
Guerrilha
É o roxo acalanto
Guerreira
É o perdão de joelho
Guerrilha 

O trecho do poema polifônico Maria Bethânia Guerreira Guerrilha indica o ponto de fervura com que  o poeta Reynaldo Jardim (1926 - 2011) escreveu os versos editados em livro lançado originalmente em 28 de novembro de 1968, duas semanas antes da promulgação do Ato Institucional nº 5. Até então título de colecionador, disputado a tapas e preços exorbitantes em sebos, o livro-poema está de volta à cena em reedição luxuosa produzida sob a organização de Marcio Debelian e Ramon Mello. Subversivo no conteúdo e na forma (Jardim transpôs o conceito musical de polifonia para o universo da poesia ao estruturar seus versos inflamados com fontes, sonoridades e tempos diversos), o longo poema Maria Bethânia Guerreira Guerrilha ocupa todo o livro original e, por si só, já justifica a reposição em catálogo desse livro perseguido pela censura dos anos mais rebeldes do regime militar instaurado à força no Brasil em 1964. Inspirado pela histórica interpretação de Carcará (João do Vale e José Cândido) apresentada por Bethânia no espetáculo Opinião em 1965, Jardim concebeu poema em chamas que traduz a incendiária força dramática do canto da intérprete ao mesmo tempo em que espalha as labaredas do inconformismo dos mais valentes contra a mordaça oficial que asfixiava as liberdades - sobretudo a de expressão - naquele ano de 1968 que parece não ter terminado a julgar pela repressão e pelo patrulhamento ainda detectados no Brasil de 2011. Talvez por isso o livro de Jardim tenha tido sua primeira edição destruída em sua quase totalidade pelo regime opressor da época. Através de Bethânia, rotulada à revelia como cantora de protesto por conta do voo alto de seu Carcará, Jardim fez ressoar pela poesia o seu canto de guerra. Os versos incandescentes de Maria Bethânia Guerreira Guerrilha ainda queimam a língua de quem se curva face aos podres poderes, mas aquecem a alma dos que se levantam contra os desmandos, dos que se jogam sem rede de proteção. Altiva desde sempre, Maria Bethânia jamais se curvou, impondo desde sempre a personalidade forte de seu canto e de sua alma embebida em teatro e poesia - traço que fica nítido na leitura do caloroso perfil sobre a intérprete, publicado na revista Visão de 30 de novembro de 1967 e reproduzido na reedição de Maria Bethânia Guerreira Guerrilha ao lado de artigo do jornal O Sol sobre a cantora, de depoimento de Jardim sobre a saga heroica do livro - fala transcrita do curta-metragem Profana Via Sacra(Alisson Sbrana, 2010) - e da partitura de Gaivota, tema musicado por Lourdes Ábido a partir de alguns versos do poema que ora volta à cena, quase tão ardente quanto naquele inflamado ano de 1968, nesta oportuna reedição do guerreiro livro.
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Visto no blog Notas Musicais do amigo Mauro Ferreira.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Que sociedade queremos?




O problema maior que enfrentamos nos dias de hoje é saber o tipo de sociedade que queremos, se movida por interesses, ou se movida por valores. Se queremos uma sociedade solidária e fraterna, ou uma sociedade egoísta, do salve-se quem puder. Sabemos que uma sociedade muito desigual acaba gerando a decadência social. Afrouxam-se os princípios éticos. Passa-se a aceitar tudo o que interessa ao individualismo e a rejeitar tudo o que o prejudica.
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[Adib Jatene] 
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Foto: encontrada aqui

terça-feira, 25 de outubro de 2011

STJ autoriza casamento gay para casal de gaúchas



O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu, em julgamento concluído nesta terça-feira (25), o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Quatro dos cinco ministros da quarta turma do tribunal decidiram autorizar o casamento de um casal de gaúchas que vivem juntas há cinco anos e desejam mudar o estado civil.
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A decisão que beneficia o casal gaúcho não pode ser aplicada a outros casos, porém abre precedente para que tribunais de instâncias inferiores ou até mesmo cartórios adotem posição semelhante.
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Foi a primeira vez que o STJ admitiu o casamento gay. Outros casais já haviam conseguido se casar em âmbito civil em instâncias inferiores da Justiça. Neste caso, porém, o pedido chegou ao STJ porque foi rejeitado por um cartório e pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
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O primeiro casamento civil no país ocorreu no final de junho, quando um casal de Jacareí (SP) obteve autorização de um juiz para converter a união estável em casamento civil.
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O julgamento se iniciou na semana passada, com a maioria dos votos favoráveis à causa. A sessão, no entanto, foi interrompida por um pedido de vista do ministro Marco Aurélio Buzzi, o último a proferir seu voto. Em seu voto nesta terça, ele seguiu o relator do processo, em favor do casamento.
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Buzzi destacou que o Código Civil, que disciplina o casamento entre heterossexuais, "em nenhum momento" proíbe "pessoas de mesmo sexo a contrair casamento".
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"O núcleo de pessoas surgido de casais homossexuais se constitui, sim, em família. De outro lado, o casamento [...] constitui-se o instrumento jurídico principal a conferir segurança aos vínculos e deveres conjugais", declarou.
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Apenas o ministro Raul Araújo Filho, que havia se manifestado a favor na primeira parte do julgamento, mudou seu voto, contra o casamento. Ele afirmou que não cabe ao STJ analisar o caso, mas sim ao STF. Argumentou ainda que o casamento civil não é um mero "acessório" da união civil.
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"Não estamos meramente aplicando efeito vinculante da decisão do STF, mas sim dando a decisão um interpretação que não podemos fazer", alegou.
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Pedido
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O casal entrou com o pedido de casamento civil antes mesmo da decisão do Supremo Tribunal Federal, em maio deste ano, que equiparou a relação homoafetiva à união estável. A identidade de ambas não pode ser revelada porque o processo tramita em segredo de Justiça.
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Elas pediram em cartório o registro do casamento e, diante da recusa, resolveram entrar na Justiça. Mas o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul julgou improcedente a ação, o que levou as gaúchas a recorrerem ao STJ.
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Ao reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, em maio deste ano, o STF deixou em aberto a possibilidade de casamento, o que provocou decisões desencontradas de juízes de primeira instância.
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Há diferenças entre união estável e casamento civil. A primeira acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal. O segundo é um contrato jurídico-formal estabelecido entre duas pessoas.
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Julgamento
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Na semana passada, o relator do processo, Luis Felipe Salomão, foi favorável ao pedido das gaúchas e reconheceu que o casamento civil é a forma mais segura, segundo ele, de se garantir os direitos de uma família.
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"Se é verdade que o casamento civil melhor protege a família e sendo múltiplos os arranjos familiares, não há de se discriminar qualquer família que dele optar, uma vez que as famílias constituídas por casais homossexuais possuem o mesmo núcleo axiológico das famílias formadas por casais heterossexuais", disse em seu voto.
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O advogado do casal, Paulo Roberto Iotti Vecchiatt, sustentou que, no direito privado, o que não é expressamente proibido, é permitido. Ou seja, o casamento estaria autorizado porque não é proibido por lei.
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Para Vecchiatti, o essencial de qualquer relação amorosa é "formar uma família conjugal, cuja base é o amor familiar". "A condição de existência do casamento civil seria a família conjugal e não a variedade de sexos", argumentou.
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domingo, 23 de outubro de 2011

Eu voltei...


Eu voltei agora é pra ficar
Por que aqui,aqui é o meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei.
[O Portão, Roberto e Erasmo]


Olá pessoal,
Depois de um mês distante do blog, retorno agora pra ficar. Tirei um tempo para estudar para seleção de um concurso púbico e logo após, tentei entrar no blog mas a página estava apresentando erro sempre e outras pessoas que acessam também informaram que estava verificando o mesmo problema...Então bateu aquela desespero, pois achei que tinha perdido o blog. Mas graças a DEUS está tudo certinho novamente.Estou com muitas saudades de todos os blogs e por isso, vou tentar vistar todos hoje mesmo.


Abraços.